27.6.12

É de pretender

O meu hábito de escrever, foi-se. De ler, acabou-se. Levaram consigo a aptidão. Mas quem muito chora e não busca, espera o que? Estou verdadeiramente resolvida a mudar esta realidade, e então retornar ao mundo tão meu que hora sem ele, sinto-me vazia. Ora, pois sou sombra de mim mesma. Uma escuridão tão infinda que não deixa dúvidas em seu amor por ser decrépito. Que seja, amanhã será novo, pretensiosamente melhor porque estou decidida a tal! Qual melhor revolução do que a vontade do homem? Não há. Em mim tão pouco coração para cumprir a tarefa, substitui a perseverança e o hábito, dos tolos. Conquanto, apenas eles sabem o que fazem.

"Eu falei um pouquinho demais, oh, o que eu disse? Você riu pra caramba, estava tudo certo..."

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